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PI0073 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeitos da privação da melatonina materna no desenvolvimento craniofacial da prole
Bortolança TJ, Calsa B, Camargo LS, Oliveira CA, Catisti R, Amaral FG, Santamaria-Jr M
Programa de Pós-graduação em Ortodontia CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A melatonina, hormônio sintetizado pela glândula pineal durante o ciclo escuro, desempenha controle do ciclo circadiano, além de atuar na fisiologia óssea. Diante disto, este trabalho avalia o desenvolvimento craniofacial de filhotes que foram submetidos a privação de melatonina materna (PMM). Para tanto, ratas Wistar foram alocadas em 3 grupos: CT (ratas intactas), PINX (ratas submetidas a remoção da glândula pineal) e PINX+MEL (ratas pinealectomizadas com reposição oral de melatonina). Após 30 dias do procedimento cirúrgico, as fêmeas foram submetidas ao acasalamento. Após o nascimento da prole, no sétimo dia pós-natal, as cabeças dos filhotes foram coletadas para análises radiográficas e histológicas, as maxilas isoladas para expressão gênica por RT-qPCR. As análises radiográficas mostraram que a PMM reduziu a altura, largura e comprimento do facial e neurocranial. As análises histomorfométricas mostram redução da área de osso alveolar que reveste o incisivo superior em animais PINX, porém, não foi observado diferenças na porcentagem de fibras de colágeno do osso alveolar. Foi observado redução na imunoexpressão de BSP- II no osso alveolar dos filhotes PINX e normalização em filhotes PINX+MEL. Os níveis de RNA mensageiro de Rankl aumentaram em animais PINX e de Osx e Opn reduziram, o que sugere que a PMM promoveu aumento da atividade dos osteoclastos e reduziu a deposição de matriz óssea.

Em conclusão, os resultados mostram que a PMM prejudica o desenvolvimento craniofacial da prole.

(Apoio: CNPq)
PI0074 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeitos bioquímicos e morfométricos da ingestão prolongada de fluoreto sobre as glândulas salivares de camundongos
Matos-Sousa JM, Bittencourt LO, Ferreira MKM, Balbinot KM, Pinheiro JJV, Dionizio A, Buzalaf MAR, Lima RR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi investigar os efeitos da exposição a longo-prazo ao Fluoreto (F) em concentrações aproximadas da fluoretação de águas de abastecimento doméstico e de regiões endêmicas de fluorose, sobre as glândulas salivares de camundongos. Para isso, 24 camundongos (Mus musculus) machos, foram divididos e expostos à três concentrações diferentes de F: 0 mgF/L, 10 mgF/L e 50 mgF/L, sendo expostos durante 60 dias através do consumo voluntário de água, através da mamadeira. Em seguida, o sangue dos animais foi coletado, para quantificação dos níveis de F. As glândulas foram processadas e coradas com hematoxilina e eosina para as análises morfométricas da área acinar total, área de parênquima e área de estroma, além da análise imunohistoquímica dos filamentos de actina músculo liso das células mioepiteliais. Além disso, realizou-se uma análise comparativa do perfil proteômico previamente caracterizados das glândulas parótida e submandibular de camundongos expostos ao F. As análises estatísticas foram feitas com teste ANOVA de uma via para dados paramétricos e Kruskal-Wallis para os não paramétricos, assumindo p<0,05.

A partir dos resultados obtidos, pode ser concluído que apesar da exposição prolongada ao F ser capaz de aumentar sua biodisponibilidade e promover alterações em proteínas da organização celular, citoesqueleto e matriz extracelular, não foi capaz de alterar a morfologia e a fração de área imunomarcada dos filamentos de actina das glândulas salivares de camundongos.

PI0075 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeitos da exposição ao flúor durante a gestação e lactação nas glândulas salivares da prole em ratos
Santos VRN, Ferreira MKM, Bittencourt LO, Mendes PFS, Balbinot KM, Pinheiro JJV, Lima RR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou investigar os efeitos da exposição ao flúor (F) durante a gestação e lactação sobre as glândulas salivares da prole em ratos. Para isso, ratas prenhas foram divididas em 3 grupos: grupo controle que recebeu água ultrapura; grupo 10 mg F/L, o qual recebeu água fluoretada a 10 mg F/L e grupo 50 mg F/L, exposto à 50 mg F/L. No fim do período gestacional e de lactação, a prole foi eutanasiada e as glândulas parótida (PA) e submandibular (SM) coletadas para análise da bioquímica oxidativa, por meio da determinação de glutationa reduzida, da capacidade antioxidante equivalente de trolox e de substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico; análise morfométrica, avaliando os parâmetros de área de parênquima, área de estroma, área de ácinos e área de ductos; e análise imuno-histoquímica com os anticorpos de citoqueratina-18 (CK18) e alfa-actina do músculo liso (α-SMA). Os dados foram submetidos à ANOVA 1 via, com pós-teste de Tukey, adotando p<0,05. Os resultados mostraram que o flúor, em ambas concentrações, não foi capaz de modular a bioquímica oxidativa e, na dose de 10mg F/L, não induziu alterações morfométricas significativas, alterando apenas a fração de área demarcada pelo α-SMA na glândula SM. No entanto, em concentrações elevadas de 50 mg F/L, o flúor alterou a morfometria, pelo aumento na área de ductos de ambas glândulas, e a estrutura celular, evidenciadas pela diminuição da fração de área da glândula SM.

Assim, nossos resultados corroboram a segurança do uso de flúor em baixas concentrações e reforçam a necessidade de cuidados quanto à superexposição.

PI0076 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

A exposição ao metilmercúrio durante a gravidez e lactação promove danos físico-químicos e morfológicos no osso alveolar da prole de ratos
Chemelo VS, Nascimento PC, Bittencourt LO, Ferreira RO, Angélica RS, Collares FM, Crespo Lopez ME, Lima RR
Instituto de Ciências Biológicas UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O metilmercurio (MgHg) é um poluente ambiental que apresenta riscos à saúde humana. No entanto, faltam evidências sobre os efeitos da exposição ao MeHg durante o período de desenvolvimento em estruturas da cavidade oral, como o osso alveolar. Assim, este estudo objetivou investigar os efeitos da exposição materna ao MeHg durante a gestação e lactação no osso alveolar da prole. Para isso, as ratas foram expostas durante gravidez e lactação à uma dose de 40 μg/kg/dia de MeHg, e as mandíbulas da prole foram coletadas ao 41º dia de vida. O osso alveolar foi analisado por Espectroscopia de Infravermelho por Transformada de Fourier para avaliar a composição físico-química; por Microscopia Eletrônica de Varredura para avaliação ultraestrutural; aliadas a avaliações histopatológicas, histoquímicas e morfométricas para as análises teciduais. Além disso, a qualidade óssea foi avaliada por microtomografia de raios X. Os dados foram analisados por teste t de Student ou Mann-Whitney (p<0,05). A exposição MeHg gerou danos à composição mineral e organização ultraestrutural, reduziu a densidade de osteócitos e conteúdo de fibras colágenas, estando associado a danos morfológicos, como uma menor quantidade e espessura de trabéculas ósseas, redução no volume ósseo, aumento dos espaços trabeculares e ao comprometimento das dimensões ósseas verticais.

Assim, os resultados evidenciam que a composição mineral e organização morfológica do osso alveolar é susceptível aos efeitos tóxicos da exposição ao MeHg durante os períodos intrauterino e de lactação.

(Apoio: CNPq)
PI0077 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

O óleo-resina de copaíba minimiza o volume de lesão e inflamação provocada pela periodontite apical induzida em ratos
Nazario RMF, Frazão DR, Moura JDM, Balbinot GS, Collares FM, Lima RR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo analisou o efeito do óleo-resina de copaíba no processo fisiopatológico inflamatório da periodontite apical induzida. Assim, foram utilizados 24 ratos Wistar machos, randomizados e divididos em 3 grupos: C (controle); PA (periodontite apical); e PA+ORC (periodontite apical e óleo-resina de copaíba). A indução de lesão foi feita através da exposição pulpar com broca carbide e limas endodônticas. No 21º dia de experimento, o óleo-resina foi administrado por gavagem na dose de 200mg/kg durante 7 dias. No 28º dia, os animais foram eutanasiados e as mandíbulas coletadas para análises em microtomografia computadorizada (micro-CT) para avaliar o volume de lesão e qualidade óssea. A análise estatística foi realizada via ANOVA, com pós teste de Tukey (p<0,05). Também, realizou-se a análise histopatológica da severidade e extensão do infiltrado inflamatório no sítio da lesão e áreas adjacentes. Como resultado houve diminuição do volume da lesão periapical, porém sem alterações estatísticas significativas em relação aos parâmetros de qualidade óssea. Todavia, na análise histológica o grupo PA+ORC apresentou menor grau de severidade de lesão periapical comparado ao grupo PA.

Portanto, o óleo-resina obteve efeito anti-inflamatório sob a lesão periapical, diminuindo o volume da lesão e severidade da inflamação, com preservação do periodonto.

PI0078 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeitos de repetidos episódios de etanol no padrão "Binge" da adolescência à fase adulta nas glândulas salivares e saliva de modelos roedores
Lima GLC, Souza-Monteiro D, Ferreira MKM, Bittencourt LO, Lima RR, Fernandes LMP
Odontologia UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo investigou os efeitos de repetidos episódios de EtOH (Etanol) no padrão "binge" da adolescência à idade adulta sobre a morfologia e função de glândulas salivares de roedores. Após aprovação no CEUA/UFPA (nº 6298280121), vinte (20) ratos Wistar machos, 35 dias de vida, foram alocados em 4 grupos experimentais (n=5/grupo) divididos em grupos controle e EtOH que receberam por gavagem orogástrica água destilada ou EtOH a 3g/kg [20% (v/v)] por 3 dias consecutivos durante 4 e 8 semanas, ou seja, durante o período da adolescência e da adolescência à idade adulta. Em seguida, a saliva foi coletada e analisada por teste colorimétrico (kit de teste Caraway, K003 BIOCLIN®) a fim de avaliar a quantidade total de proteína salivar e atividade da amilase. As glândulas parótida, submandibular e sublingual foram coletadas, fixadas, processadas, cortadas, coradas com HE, fotografadas e analisadas no programa ImageJ® para análise morfométrica. Foi realizado ANOVA de duas vias com teste de Tukey post-hoc, considerando p<0,05. Repetidos episódios de "binge" da adolescência à fase adulta não alterou o ganho de peso corporal, mas reduziu a atividade da amilase salivar (p= 0,0001). O EtOH no padrão "binge" na adolescência e da adolescência à idade adulta não alterou a área de parênquima, estroma, ácinos e ductos das glândulas salivares maiores.

Evidenciamos que repetidos episódios de álcool no padrão "binge" reduz a atividade da principal enzima salivar (amilase) na idade adulta, mesmo quando não são encontradas alterações na morfometria glandular.

(Apoio: UNAMA)
PI0079 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação do sistema lacunar dos osteócitos na mandíbula em condições fisiológicas e patológicas: estudo piloto
Ramos I, Rios ABAM, Schulz RE, Loures AO, Santos AMB, Rivero ERC, Rabelo GD
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo piloto foi identificar as características do sistema lacunar dos osteócitos na mandíbula de humanos em situações distintas (fisiológica e patológica), por meio de análise histomorfométrica. O osso em condições fisiológicas foi obtido por meio de biópsias ósseas em pacientes jovens no momento da exodontia de terceiros molares, na região de trígono retromolar (n=3). Para avaliar o osso na condição patológica, biópsias ósseas foram realizadas na adjacência de lesões centrais benignas (n=10, sendo 6 císticas, 3 neoplásicas e 1 reativa). Os fragmentos ósseos foram fixados em solução alcoólica e incluídos em metilmetacrilato. Foram obtidas lâminas histológicas por desgaste (~150µm) e avaliadas em microscopia de luz polarizada. Foi realizada análise qualitativa inicial e depois a área total das lacunas dos osteócitos foi medida por meio do software ImageJ (µm2), através do processo de delineamento manual ponto-a-ponto. Foi analisado um total de 261 lacunas, sendo 156 do grupo lesões benignas e 105 no grupo controle. Houve uma diferença significante comparando a área lacunar na condição patológica (0,49±0,17, mediana 0,45) em relação à condição fisiológica (0,59±0,29, mediana 0,54) (p 0,0057, teste de Mann-Whitney).

Conclui-se que as lacunas de osteócitos são maiores em condições patológicas, quando comparadas às lacunas em condições fisiológicas normais no osso saudável. No caso da condição patológica, relacionada à presença de lesões benignas centrais em mandíbula, as lacunas mostraram-se mais heterogêneas em relação ao seu tamanho.

PI0080 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeito de diferentes protocolos de antibioticoterapia na cicatrização em alvéolos pós extração de terceiros molares
Carvalho CM, Martins AVB, Pereira DA, Bonatto MS, Soares-Júnior EC, Mendes PGJ, Santos SS, Oliveira GJPL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse projeto avaliou diferentes protocolos pós-operatórios de antibioticoterapia em cirurgias de exodontia de terceiros molares. Para isso, foi conduzido um estudo clínico controlado e randomizado no qual foram envolvidos nesse estudo 45 pacientes que foram submetidos a extração dos 4 terceiros molares. Os pacientes foram alocados em 3 grupos de acordo com o tipo de protocolo de cuidados pós-operatórios indicados aos pacientes (n=15): CTR: Utilização de analgésicos e anti-inflamatórios no pós-operatório; ATB3: Utilização de analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos (Amoxicilina) por 3 dias de pós-operatório; ATB7: Utilização de analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos (Amoxicilina) por 7 dias de pós-operatório. A análise dos diferentes protocolos de antibioticoterapia teve como desfecho as análises clínicas nos períodos de 3, 7, 14, 30 e 90 dias após o procedimento cirúrgico para se avaliar presença de complicações cirúrgicas, grau de satisfação do paciente e qualidade de cicatrização. Foi observado que não houve diferenças entre os grupos onde foram administrados antibióticos no período pós-operatório em comparação ao grupo onde o antibiótico não foi indicado em nenhum período ou análise executada.

A aplicação de antibiótico (amoxicilina), não promove benefícios no curso clinico após exodontia de terceiros molares.

PI0081 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Terapia fotodinâmica antimicrobiana mediada por curcumina na prevenção da osteonecrose dos maxilares
Ganzaroli VF, Guiati IZ, Toro LF, Freire JOA, Theodoro LH, Souza EQM, Garcia VG, Ervolino E
Ciências Básicas UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a efetividade da terapia fotodinâmica antimicrobiana (aPDT) mediada pela curcumina (CUR) e diodo emissor de luz azul (LED) no sítio de extração dental de ratas que apresentam alto risco para a osteonecrose dos maxilares associada ao uso de medicamentos (ONMM). Quarenta ratas senescentes foram distribuídas nos grupos: VEI; VEI-aPDT; ZOL; ZOL-aPDT. Durante 7 semanas, a cada três dias, administrou-se veículo, em VEI e VEI-aPDT, e zoledronato (100µg/Kg), em ZOL e ZOL-aPDT. Decorridas três semanas de tratamento, foi realizada a exodontia do primeiro molar inferior esquerdo. Nos grupos VEI e ZOL não foi efetuado nenhum tratamento local. Em VEI-aPDT e ZOL-aPDT foram efetuadas sessões de aPDT empregando CUR e LED aos 0, 2, 4 e 6 dias pós-operatórios. Decorridos 28 dias pós-operatórios foi realizada a eutanásia. No sítio de extração dental foram realizadas análises da Porcentagem de Tecido Ósseo Neoformado (PTOnf), Porcentagem de Tecido Ósseo Não Vital (PTOnv) e imunoistoquímica para detecção de TGFβ1, VEGF, BMP2/4 e OCN. ZOL apresentou severo comprometimento do reparo alveolar, menor PTOnf, maior PTOnv e baixo padrão de imunomarcação para TGFβ1, VEGF, BMP2/4 e OCN quando comparado com os demais grupos. ZOL-aPDT mostrou similaridade com o grupo VEI na maioria dos parâmetros avaliados neste estudo.

Conclui-se que a aPDT mediada por CUR melhora o reparo alveolar em ratas senescentes tratadas com zoledronato e evita a ocorrência da ONMM.

(Apoio: CNPq  N° 142032/2021-2)
PI0082 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

A bichectomia reduz as medidas faciais lineares e melhora a satisfação com a estética facial: ensaio clínico de braço único
Farias RJ, Pimentel KF, Sousa MGL, Silva JC, Sousa FB, Silva PGB, Cetira-Filho EL, Costa FWG
CENTRO UNIVERSITÁRIO CHRISTUS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou avaliar a influência da remoção parcial da bola de Bichat (RB) nos parâmetros inflamatórios pós-operatórios (edema e trismo), redução do volume facial e satisfação estética facial. Através de um ensaio clínico de braço único com 21 pacientes submetidos a RB com acompanhamento de três meses pós-operatório, avaliando-se abertura da boca, medidas de edema facial e satisfação com a estética facial (escala "FACE-Q SFAOS"). A abertura bucal média diminuiu após 24 horas da cirurgia e retornou aos níveis basais após um mês, e todas as medidas faciais lineares reduziram significativamente após 1 ou 3 meses da cirurgia (p<0,05). Os escores do questionário "FACE-Q SFAOS" apresentaram melhora significativa após um mês (p<0,001), mas pacientes com idade superior a 25 anos apresentaram redução significativa no "FACE-Q SFAOS" ao final do estudo (p=0,006).

A RB induz um processo inflamatório leve controlado por medicamentos, reduz significativamente o volume facial e melhora a satisfação com a estética facial do paciente três meses após a cirurgia. No entanto, a eficácia deste procedimento em pacientes com idade superior a 25 anos é questionável.